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  É importante saber diferenciar a alergia ao leite da intolerância à lactose. A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. É chamada Intolerância à lactose a incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados, pela diminuição ou perda da capacidade de produzir a enzima digestiva (lactase), que quebra e decompõe a lactose presente no leite. Portanto são condições completamente diferentes! A alergia é uma condição imunológica às proteínas do leite e a intolerância a lactose é um sintoma fisiológico à lactose, açúcar do leite. Pesquisas mostram que 70% dos brasileiros apresentam algum grau de intolerância à lactose, que pode ser leve, moderado ou grave, segundo o tipo de deficiência apresentada. images   Uma alerta ás mães com filhos com diagnóstico de APLV: A criança com APLV não pode consumir leite e derivados ou alimentos que contenham leite em sua preparação, nem mesmo os sem lactose ou lacfree!!! Esses alimentos são para pessoas com deficiência na produção da enzima "lactase", os Intolerantes a lactose. Ficar atento à presença desses componentes na lista de ingredientes dos rótulos, esta lista deve fazer parte da sua rotina de compras de alimentos: Ingredientes que NÃO PODEM APARECER NO RÓTULO DO PRODUTO: Lactoalbumina, Lactoglobulina, Fosfato de lactoalbumina,Lactoferrina, Lactulose, Caseína, Caseína Hidrolisada, Caseinato de cálcio, Caseinato de potássio, Caseinato de amônia, Caseinato de magnésio, Caseinato de sódio, Leite (integral, semi-desnatado, desnatado, em pó, condensado, evaporado) Nata (Creme de leite, Soro de leite, Soro de leite deslactosado / desmineralizada, Gordura de leite, Coalhada, Proteína de leite hidrolisada) Lactose. Verifique também, a composição de produtos de higiene: lencinhos umedecidos, sabonetes líquidos, cremes hidratantes e também a bula dos remédios, porque vários deles incluem lactose em sua fórmula. images (3) Ingredientes que NÃO contêm leite: Apesar de seus nomes, os ingredientes abaixo listados podem ser consumidos por pessoas com alergia à proteína do leite. Lactato de cálcio, Lactato de sódio, EstearoilLactilato de Sódio, EstearoilLactilato de Cálcio, Cremor de Tártaro, Manteiga de cacau, Leite de coco, Leite de arroz , Leite de Soja, Leite de macadâmia e Leite de aveia. Outros alimentos que funcionam como fontes de cálcio e que auxiliarão no aporte de nutrientes necessários para a saúde e bem-estar do organismo: Verduras de folhas verdes, como brócolis, couves, agrião, couve-flor, espinafre, assim como  feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, certos temperos (manjericão, orégano, alecrim, salsa) e ovos também. É importante conversar com o Nutricionista e médico que está acompanhando e dissociar a expressão "lactose" do tratamento da APLV, pois pode acontecer que alguns alimentos sem a lactose tenham proteínas do leite e essas não podem ser ingeridas por crianças com diagnósticos de APLV. Em caso de dúvida procure sempre um profissional habilitado!           Comentar (0 Comentários)

As atitudes dos pais durante e fora das refeições, são determinantes na formação dos hábitos alimentares dos filhos. Forçar a aceitação de um alimento nunca é benéfico e pode causar aversões que em alguns casos se prolongam até a fase adulta, sem falar nos conflitos e desgastes gerados tanto para os pais quanto para as crianças. Se o alimento for oferecido quando a criança está com fome e de forma despretensiosa por parte dos pais, será maior a chance de aceitação. A partir dos 2 anos, a criança passa por uma fase de maior interesse em conhecer o ambiente do que se alimentar.  Nesta fase se dá a necessidade de fazer as próprias escolhas, a formação da personalidade, tendo frequentemente a resposta “não” para tudo, faz questão de ser contra as ordens dos pais. É importante que os pais não se ofendam pela contrariedade que é própria da fase de construção da independência e autoafirmação.   ft03   Dicas de como agir nesta fase:
  • Permitir que haja participação nas escolhas dos alimentos, seja na elaboração do cardápio, na lista de compras ou ajudar na preparação, como por exemplo, lavando um hortifrut, colocando talheres na mesa;
  • Estimular a prática de atividades físicas para o aumento do apetite;
  • Diminuir as mamadeiras (se houver esse hábito). Não oferecer peito , mamadeira ou outros lanches próximo a hora da refeição principal;
  • Oferecer novos alimentos quando ela realmente estiver com fome, ou acompanhado do alimento de preferencia;
  • Mudar a forma de preparação ou inserir um alimento pouco aceito em vitaminas, bolos, batido no feijão;
  • Para que a criança se acostume a textura e sabor de um alimento novo, pode ser necessária a sua oferta por cerca de 10 vezes, em pequenas quantidades e em formas de preparações diferentes;
  • Dar bons exemplos. A criança imita o que os pais, irmãos e colegas comem;
  • Retardar ao máximo a oferta de alimentos supérfluos como biscoitos, sobremesas, doces. Enquanto ela não tenha experimentado não sentira falta e não competirá com os alimentos nutritivos;
  • A visão e o olfato são tão importantes quanto o paladar. Por isso, monte pratos coloridos e atraentes;
  • Criar um ambiente calmo e sem conflitos antes e durante as refeições;
  • Não sentir-se culpado pela falta de êxito que possa ocorrer.
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QUE HORAS SEU FILHO DORME? Essa é uma das primeiras perguntas que faço nas minhas consultas. Lembra quando nossas avós diziam QUE ENQUANTO DORMIMOS ESTAMOS CRESCENDO? Pois é, elas intuitivamente conheciam o HORMÔNIO DE CRESCIMENTO!! 222     Para quem não está em fase de crescimento, esse hormônio atua garantindo maior disposição física e motivação para as atividades diárias. Contribui para a eliminação de gordura, redução da flacidez dos músculos e da fragilidade dos ossos. Portanto, o sono também age contra o envelhecimento e o desgaste do organismo. Outro hormônio liberado durante o sono é a prolactina, que estimula o crescimento das glândulas mamárias e da produção de leite nas mulheres que estão amamentando. O TSH (Hormônio Estimulante da Tireóide) também é liberado enquanto dormimose controla a atividade da tireóide, outra importante glândula. Na infância cerca de 90% do hormônio do crescimento é liberado durante o sono. Ele é fundamental para o crescimento das crianças e por diversas ações importantíssimas para o nosso organismo. Porém, para que seja liberado, a criança precisa estar DORMINDO em sono PROFUNDO. O problema é que a maioria das crianças hoje vai dormir tarde o QUE É PÉSSIMO PARA A SAÚDE DELAS!  Estudos indicam também maior associação entre sono de má qualidade e obesidade, hiperatividade, baixa estatura, depressão, transtornos emocionais, transtornos ALIMENTARES, etc‼ cara-de-sono     As repercussões desse "mal hábito" podem durar por toda a vida. O ideal é que às 21:00hs todos estejam indo para a cama e isso não é implicância de avó!
Mas como conseguir colocá-lo para dormir mais cedo? Evite brincadeiras agitadas, atividade física, jogos eletrônicos e filmes, a noite.
Crie um ambiente tranquilo em casa, diminua a intensidade da luz. (A luz diminui a liberação de Melatonina, hormônio fundamental para o sono).
Estipule um horário limite para assistir TV, depois, faça atividades mais tranquilas, como leitura, ouvir uma música, etc! Sei que muitos pais têm uma rotina pesada, chegam tarde em casa e que o "mundo moderno" às vezes nos impede de fazer o "ideal". À vocês, minha dica: Coloque-o para dormir o mais cedo possível, dentro das suas possibilidades!    Com amor, Andreia Friques.   Comentar (0 Comentários)

A gordura trans da alimentação da mãe pode ser passada para o leite materno? Sim!!!
 Vários estudos mostram que essa gordura tão "temida" por todos pode prejudicar a saúde do bebê durante a gestação, e também, nos primeiros meses de vida, tornando-o mais suscetível à várias doenças, podendo deixar sequelas por toda a vida!
 Uma pesquisa realizada na UERJ mostrou, a nível experimental que, a gordura trans passou para o leite materno, mudando os receptores hormonais dos animais, mesmo que, após o desmame, tenham sido submetidos a uma dieta balanceada. Ou seja, como o leite materno apresentava grande concentração da gordura, a saúde foi afetada. (http://revistacrescer.globo.com/)
Diversos autores afirmam que os malefícios desse tipo de gordura no bebê são graves e difíceis de serem revertidos. Dentre os problemas já comprovados do consumo desse tipo de gordura, podemos destacar o aumento do colesterol “ruim” (LDL) e diminuição do colesterol “bom” (HDL) que proporciona aumento de risco para doenças cardiovasculares, aumento do triglicerídeos (gordura no sangue), bloqueio da produção de gorduras saudáveis para o organismo, além de um aumento significativo da indesejável gordura localizada.   gordura-trans.banner     Portanto, MAMÃE E FUTURAS MAMÃES, atenção ao meu alerta! Quer produzir um leite saudável?
Mantenha uma  alimentação equilibrada, longe de produtos industrializados (fast-foods, sorvetes de massa, biscoitinhos, margarinas, gorduras hidrogenadas, frituras, etc, etc).   Mesmo os produtos que indicam no rótulo a ausência desse tipo de gordura devem receber atenção, pois infelizmente a indústria ainda mascara essa informação para o consumidor, pois indica “0% de trans” em uma pequena porção do produto total.   DSC020505   Lembre-se: Esse bebê que está ou estará nos seus braços não pode escolher o que vai receber através da SUA ALIMENTAÇÃO. Cabe a você decidir por ele. Não brinque com coisa séria! .   Com amor, Andreia Friques.   Comentar (0 Comentários)

Na correria do dia a dia a primeira coisa que passa pela nossa cabeça quando entramos no supermercado é aonde encontrar uma “super prateleira milagrosa” com lanchinhos práticos, gostosos e, se possível, saudáveis, que resolvam todos os nossos problemas e levem embora a nossa culpa. Mas, na verdade, as prateleiras estão abarrotadas de lanchinhos, lindos, coloridos, com os super- heróis favoritos, que, para tentar amenizar a culpa materna escrevem em letras garrafais “ZERO GORDURA TRANS” dando uma informação pela metade, levando o consumidor a achar que realmente isso é possível. Na vida real não existe um lanchinho tão inocente que possamos jogá-lo diariamente na bolsa sem que isso nos tome mais que um minuto. A boa notícia é que com um pouco de organização e planejamento podemos melhorar muito a qualidade do lanche escolar de nossos “pimpolhos”, fazendo a alegria deles e tomando menos o nosso tempo. Como? Veja as dicas abaixo: O que não pode faltar na merenda Cada lanche deve trazer ao menos uma porção de um dos três grupos fundamentais de alimentos, que são os energéticos, construtores e reguladores. No primeiro, estão cereais, os açúcares e gorduras. Entre os construtores, estão as proteínas animais e vegetais, protagonistas na formação de nossos músculos, ossos e órgãos. Podemos citar o leite e seus derivados, as carnes e as leguminosas. Por último, estão os alimentos responsáveis por regular e controlar as funções do organismo, que são as frutas, as verduras e os legumes. Um exemplo de como planejar o cardápio semanal da lancheira é escolher uma opção de cada grupo abaixo (A + B + C): Imagem atualizada Seja criativo! Uma lancheira monótona, sempre com as mesmas preparações, faz a comida do colega ficar mais interessante. Varie o cardápio, mudando o tipo de pão, os acompanhamentos ou as bebidas. Um dia você pode incluir um sanduíche de pão integral com pasta de ricota temperada com orégano, azeite, uma pitada de sal e frango desfiado. Em outro, pode abrir espaço para o tradicional pão francês com queijo branco, alface e, para dar um toque especial, colocar alguns tomates, tomatinhos cereja, quem sabe até tomates secos. As bisnaguinhas, podem vir recheadas com requeijão ou com uma pasta de atum e queijo. Prefira os pãezinhos feitos na padaria aos industrializadas, cheios de conservantes. O bolo caseiro é um bom aliado, você pode assá-lo, preparar porções individuais e congelar. Retire do freezer a porção do dia, até o momento do recreio ela estará descongelada. Para ladear o lanche, você pode alternar iogurtes de frutas com leites fermentados e sucos. Em relação às frutas, as melhores opções são as que podem ser consumidas com casca ou quando podem ser retiradas com facilidade. As mais práticas são banana, maçã, pera, goiaba, uva e mexerica. O morango, além de fácil de comer, pode virar uma sobremesa se misturado com iogurte natural. O mamão picado faz o par perfeito com a granola (que deve ser sempre colocada na lancheira em recipiente separado e adicionada à fruta só na hora do recreio). Para os menorzinhos, o ideal é picar as frutas. Outras opções de lanche: cookies integrais, tortas assadas caseiras, esfirras, pão de batata, pão caseiro, pão de queijo. Na preparação utilize recheios suaves, naturais, se possível, inclua verduras. Para a massa, substitua pelo menos a metade da porção de trigo pela versão integral. O que não deve entrar Salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, embutidos, frituras, refrigerantes e doces. Esses alimentos oferecem muito sal, gordura trans, conservantes, corantes, açúcar e quase sempre nenhum benefício nutricional. Os sucos de caixinha devem ser escolhidos com critério, prefira os sem corantes artificiais e conservantes. Fique atento às informações presentes nos rótulos, ingredientes e as informações nutricionais. Em relação aos adoçantes, se seu filho se alimenta corretamente, não está com sobrepeso e não é uma criança diabética, os alimentos devem ser usados nas formas naturais. Não precisa recorrer aos produtos light e diet. Envolva a criança no preparo da comida Essa é uma estratégia que funciona bem, estimula o interesse pelo tema e pode ser bem divertida. Se possível, leve-o à feira, a curiosidade natural das crianças fará todo o trabalho por você quando seu filho se deparar com o universo de cores, texturas e cheiros. Pergunte ao seu filho o que ele quer comer Consultar a criança antes de montar a merenda escolar é um jeito de fazê-la se sentir parte dessa escolha e evitar surpresas negativas depois. Como pais, devemos educá-las a fazer as melhores escolhas. As crianças tendem a preferir alimentos familiares, em detrimento dos que lhes são estranhos. O mais importante é trabalhar hábitos saudáveis dentro de casa, começando em nós. O que seu filho leva na lancheira, reflete o seu cuidado, organização e pode ser determinante para a saúde do seu querido. Esse é um investimento com retorno garantido. Pense nisso! Comentar (3 Comentários)

Crianças de férias... Vale a pena liberar geral? O que fazer e o que não fazer do ponto de vista alimentar? 1. Por mais que pareça chato, seja firme: a flexibilização da rotina alimentar do seu filho não deve virar bagunça! A criança precisa entender que se trata de um período atípico em que exceções serão permitidas um pouco mais frequentemente. 2. Atenção redobrada com os que têm até os dois anos! Eles precisam comer em horários regulares e não devem ser expostos a alimentos inadequados como açúcar, sucos artificiais, chocolates, frituras, fast-food´s. 3. Cuidado com a despensa! Não faça estoque de biscoitos e guloseimas em casa. Quanto maior a oferta e o acesso a esse tipo de alimento, mais seus filhos o desejarão. Se a sua geladeira estiver repleta de doces e refrigerantes, sempre que a porta for aberta despertará um desejo imenso em quem a abriu. 4. Atenção aos exageros! Quando sair da rotina, controle pelo menos a quantidade. 5. Cuidados com o transporte dos alimentos. Essa é uma época muito quente, o cuidado com a contaminação dos alimentos deve ser redobrado. Não é recomendado que o iogurte ou outras bebidas lácteas fiquem sem refrigeração por mais de três horas. Ao levar uma fruta, se possível, leve-a inteira. 6. Muito cuidado com comidas "de rua". Alimentos expostos em carrinhos e até estufas, podem facilmente ser contaminados. Se for comer uma pizza, prefira aquela assada na hora e não as de balcão. Cuidado com as barraquinhas e carrinhos abertos na rua! Mas então o que fazer para tornar a alimentação saudável e segura com as crianças nas férias?? Algumas dicas podem ajudar: - Tenha frutas picadas e guardadas em potes ao alcance das crianças. Aproveite as frutas da estação. - Sanduíches naturais, acompanhados de suco são uma ótima pedida de lanche para receber os amiguinhos. Prefira pão integral e recheie com alface, tomate, pasta de soja ou tahine, queijo branco e frango desfiado. Se quiser, corte o sanduíche com cortadores de biscoito no formato de animais ou flores. - Incluir a criança na preparação do prato desperta o interesse pelos alimentos. Preparem juntos uma pizza com massa integral, usando queijos magros, tomates, brincando com os ingredientes que vão compor o recheio. - Que tal fazerem "chup-chup", picolés, juntos com frutas e leites? Ficam uma delícia e pode ser muito divertido. - A granola é uma opção interessante de “belisco” para substituir biscoitos tipo chips. Se a vontade de comer um salgadinho for grande, faça pipoca caseira, mas fuja dos “extras” que alguns teimam em acrescentar, como queijo ralado, etc. - Prefira oferecer cookies e rosquinhas integrais. Existem no mercado diversos sabores, como aveia, mel, cacau e frutas vermelhas. - Na praia, prefira sorvetes e picolés de frutas, água de coco, milho cozido. Muito cuidado com os molhos e esteja atento às condições de higiene do local de venda de alimentos. - Muita água! Carregue uma garrafinha sempre na bolsa, assim você evita que em uma “urgência” precise comprar o primeiro “refresco” disponível. - Agende um piquenique. Leve frutas secas, salada de frutas, sanduichinhos integrais, sucos e chás gelados. Brinquem de bola, pique, andem de bicicleta. Comentar (0 Comentários)
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