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Ao nascer, o bebê possui cerca de 100 bilhões de células cerebrais. Por volta dos 3 anos, essas células desenvolvem 1 quatrilhão de ligações, o dobro de conexões de um adulto. Aos 4, estima-se que a criança tenha atingido metade do seu potencial intelectual!

Mas, quando pensamos em desenvolver ao máximo o potencial mental de nossos filhos uma questão importantíssima deve ser levantada: Afinal, o cérebro de uma criança precisa de quê? Estímulos? Amor? Comida? A resposta pode ser SIM, mas também pode ser, DEPENDE.

Muito mais que COMIDA, nosso cérebro precisa de Nutrientes! Estudos online slots comprovam que alimentos inadequados prejudicam o QI das crianças que muitas vezes, deixam de consumir vitaminas e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento cerebral completo.

A alimentação é crucial nos primeiros três anos de vida, quando o cérebro cresce em ritmo mais rápido e os efeitos de uma alimentação pobre podem durar para sempre.

A boa notícia é que uma alimentação variada, desde o início da gestação, rica em alguns nutrientes como COLINA, GLUTAMINA, ÔMEGA3, DHA, entre outros, e o ALEITAMENTO MATERNO, podem contribuir muito para a preservação das células cerebrais e de suas funções. Além disso, quando se trata da saúde das crianças, sempre é tempo de fazer mudanças que resultem em melhor qualidade de vida!

Vamos cuidar da alimentação dos nossos filhos?

1 - bebe_lendo

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Ao longo da minha vida profissional tenho acompanhado inúmeras famílias que acabaram de ganhar um bebê e encontram-se na fase da amamentação. Minha percepção é que algo que deveria ser “natural” às vezes transforma-se em um desafio grande demais. Talvez pelo estilo de vida moderno, a necessidade frenética da participação da mulher no mercado de trabalho, as características e interferências familiares, a preocupação exacerbada com a estética, cobranças, enfim, uma série de fatores que trabalham “contra” e sem querer privam mãe e filho desse período de ganhos insubstituíveis. Na teoria amamentar é algo, eu diria romântico, o que acaba frustrando muitas mães quando a “vida real” chega e o dia a dia com o bebê começa. Algumas até “tiram de letra”, mas muitas precisam de um apoio maior para chegarem aos 6 meses de aleitamento exclusivo recomendado pelo Ministério da Saúde. Claro que os benefícios para a mãe e bebê são inúmeros, bem maiores e profundos que minha capacidade de transformá-los em palavras. Mas, para começarmos essa conversa, compartilho um pouco do “tudo de bom” que damos a nossos filhos quando amamentamos. Algumas vantagens que só o aleitamento materno pode oferecerà criança:
  • Promoção do vínculo afetivo com a mãe.
  • Melhor desenvolvimento cognitivo, psicomotor, intelectual e social.
  • Proteção imunológica.
  • Resistência para alergias, especialmente em famílias com maior risco.
  • Menor probabilidade de infecções respiratórias como pneumonias e bronquiolites.
  • Maior resistência a diarreias, otites, infecções urinárias.
  • Melhor desenvolvimento da visão.
  • Redução da cárie dentária, melhor desenvolvimento mandibular, dentário e da fala.
  • Maior proteção para doenças crônicas, como diabetes mellitus, doença de Crohn, colite ulcerosa e doença celíaca.
  • Menor probabilidade de eczemas e asma.
  • Melhor resposta às vacinas.
  • Quando doente, dá conforto, ajuda a hidratar e a recuperar mais depressa.
Vantagens nutricionais:
  • O leite materno possui TODOS os nutrientes que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida. Também garante a quantidade de água necessária nesse período.
  • Contém endorfina, neurotransmissor que ajuda a suprimir a dor.
  • Menor incidência de obesidade, hipertensão arterial e colesterol alto em crianças amamentadas até os seis meses.
  • Desenvolvimento da flora intestinal adequada.
  • Está adaptado à imaturidade renal do bebê.
  • Está adaptado à imaturidade digestiva do recém-nascido, sendo de fácil digestão e absorção o que permite um correto aproveitamento de todos os nutrientes e ainda uma menor incidência de cólicas, vômitos e intolerâncias alimentares.
  • Se a mãe tiver um correto aporte de ácidos graxos essenciais (por exemplo,ômega 3), o seu leite vai contribuir ainda mais para o desenvolvimento mental do bebê.
  • Possui uma quantidade de ômega 3 e ômega 6 ideal.
  • O leite materno apresenta uma composição variável ao longo do dia e adaptada ao bebê. Trata-se da verdadeira alimentação personalizada, não só quanto à composição nutricional, mas também quanto à informação imunitária.
Deseja um futuro brilhante para seu filho? Comece com o pé direito, AMAMENTE-O! Um grande abraço! 6 - amamentação Comentar (0 Comentários)

Aos 11 anos e meio, Eduardo, que há um bom tempo estava acima do peso, tomou um susto. O seu excesso de peso começava a apresentar sinais de uma Síndrome Metabólica. Ainda muito novo, mas com alguns exames laboratoriais e sintomas de adulto, começou, inclusive a tomar medicação para o metabolismo da glicose. Acompanhado por uma pediatra e uma endocrinologista pediátrica, chegou ao meu consultório no início do processo de sua recuperação, ao lado de sua irmã mais velha e sua mãe. Já havia perdido alguns quilos mas ainda faltava muito para chegar ao ideal, de acordo com sua idade e altura.  Embora praticasse atividade física há muito tempo, seus hábitos alimentares não permitiam a perda de peso. Conversamos bastante, fizemos planos, traçamos metas. Demos início ao meu programa "Medidinha certa", uma consulta mensal, email´s, muitas dicas, receitas, conversas francas. Ele sempre consciente, determinado e a família completamente comprometida e disposta a fazer tudo que fosse necessário. A avó também veio em uma consulta, colocou suas dúvidas e compreendeu que "agradar" o neto, nem sempre é o melhor caminho. No dia 28/11/2013, em nosso quarto encontro, que emoção! Ele me perguntou: - Quando eu vou voltar a comer "normal"? Eu respondi: -Agora você está comendo NORMAL! Bem-vindo ao mundo das pessoas saudáveis! Muitos quilos de gordura a menos e o ganho de 3 cm de altura, deram a Eduardo uma das maiores conquistas da sua vida,  a recuperação da sua saúde, melhoras nos exames laboratoriais e a suspensão da medicação! Com seu certificado de CAMPEÃO nas mãos, ele está lindo, feliz e auto-confiante, aprendendo, que vale muito mais a pena ter saúde que se jogar de cabeça ao primeiro "fast-food". Agora estamos na fase de amadurecimento desse processo. Prometo continuar postando essa história aqui, se ele permitir, é claro. O mérito dessa conquista é principalmente dele e de sua família, com o apoio de uma equipe multiprofissional! Que o Eduardo seja uma inspiração para as milhares de crianças no Brasil e no mundo que estão acima do peso!

É possível vencer a obesidade infantil!

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